Quinta, 11 de Junho de 2026

Introdução

Neste artigo abordaremos o sofrimento humano, o afastamento de Yhwh e as consequências da rebelião, destacando a misericórdia de Yhwh mesmo diante do mal.

30/03/2026 às 10h52
Por: Luan Dutra Fonte: Por Markon Machado
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Introdução

Quando alguém que amamos adoece ou falece, ou quando uma injustiça ocorre, é comum questionar: “Onde está Yhwh neste momento?” Nos dias atuais, a humanidade frequentemente reduz Yhwh a um conceito vago de poder superior, com o qual não busca relação íntima, exceto por meio de práticas religiosas. Em algumas crenças, Yhwh é visto como indiferente aos sofrimentos humanos; em outras, como um servo pronto a atender desejos pessoais.

Como surgiu esse distanciamento? Se Yhwh, o Criador, é real e soberano, por que permite que o mal aflija a humanidade? As respostas começam a se revelar nas reflexões que seguem.

Se em “I História da Humanidade: A Origem da Vida na Terra” conhecemos um Yhwh amoroso, rejeitado por suas criaturas no céu e na Terra, em “II História da Humanidade” testemunhamos a multiplicação da perversidade na Terra. A narrativa revela como a humanidade, ao rejeitar o Criador desde seus primeiros dias, colhe as consequências do mal que semeia. Ainda assim, Yhwh não abandona seus filhos, demonstrando misericórdia mesmo diante da rebelião.

Esta história conduz a uma reflexão profunda e, por vezes, dolorosa, especialmente para quem, como o autor, cresceu admirando super-heróis e sonhando em combater vilões. Aqui, a realidade se impõe: os habitantes da Terra não são os heróis da narrativa, embora haja espaço para justos e redimidos. Nas próximas linhas, exploraremos as duas linhagens de Adam e Chawwah, que deram origem à humanidade atual: uma marcada pela busca da fidelidade a Yhwh, outra pela luta por redenção, ambas distantes da perfeição.

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