
A shabat do sétimo dia é tão sagrada para Yhwh que ela precisa de cuidados extraordinários, revelando um zelo incomparável por esse tempo de cessação separado para si.
Este dia não é apenas um mandamento, mas um reflexo da separação divina, um sinal vivo da aliança entre Yhwh e seu povo, um testemunho do cuidado divino.
Um exemplo poderoso do compromisso de Yhwh com a shabat está na provisão do maná, descrita em Shemot (Êxodo) 16:22–25:
“No sexto dia, eles colheram o dobro: dois ômeres por pessoa. Todos os líderes da assembleia foram relatar isso a Mosheh.
Então, ele lhes disse: ‘Isto é o que Yhwh ordenou:
Amanhã é a shabat, uma cessação completa separada para Yhwh.
Assem o que precisarem assar e cozinhem o que precisarem cozinhar; o que sobrar, guardem para a manhã seguinte.’
Assim, guardaram-no até a manhã, como Mosheh ordenara, e o maná não cheirou mal nem criou vermes.
Então, Mosheh disse: ‘Comam-no hoje, pois hoje é a shabat para Yhwh.
Hoje, vocês não o encontrarão no campo.’”
Durante seis dias, Yhwh providenciava o maná diariamente, mas com uma condição: só podia ser colhido o suficiente para o dia, pois, se guardado, apodrecia.
No sexto dia, porém, Yhwh deu uma instrução especial: o povo deveria coletar o dobro, preparar e guardar para a shabat.
Milagrosamente, o maná não estragava nesse dia — um sinal claro do cuidado divino para assegurar que seu povo pudesse cessar completamente, sem preocupações.
Esse milagre reflete o profundo zelo de Yhwh pela shabat, um dia que ele consagrou como um marco de sua aliança e soberania.
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