
Além da shabat semanal, Yhwh instituiu as shabatot anuais — sete encontros solenes que formam o calendário profético revelado em Vayikra (Levítico) 23.
Essas solenidades — Pessach, Chag HaMatzot, shavuot, Yom Teruá, Yom Kippur, Sucot e Shemini Atzeret — contêm dias de cessação sagrada, cada qual carregado de significado espiritual e profético:
Celebram a libertação do Egito (Êxodo 12:14–17) e apontam para a redenção em Yeshua, o Cordeiro (1 Coríntios 5:7).
Recorda a entrega da Torá no Horeb (Êxodo 19) e prenuncia o derramamento do Espírito de Yhwh (Atos 2), cumprindo Yirmeyahu (Jeremias) 31:33 — a lei escrita nos corações.
Sinal de chamada ao arrependimento e anúncio do retorno do Mashiach (1 Tessalonicenses 4:16–17).
Dia de expiação e reconciliação, profetizando o juízo final (Hebreus 9:11–14).
Celebram a provisão de Yhwh no deserto e apontam para o reino vindouro, quando todas as nações subirão a Yerushalayim para adorar (Zecharyah 14:16–19).
Essas shabatot anuais não apenas recordam eventos históricos — elas revelam o plano profético de Yhwh, desde a criação até a consumação, conforme declara Yeshayahu (Isaías) 66:23:
“De uma lua nova a outra, e de um shabat a outro, toda carne adorará perante Mim, diz Yhwh.”
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