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Dream Life in Paris

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5. O sistema de contagem nas Escrituras 

5.1. O dia e a noite 

Deus estabeleceu para nós a forma correta de nos orientarmos pelo tempo. Isto também está nas Escrituras, porém é ignorado por muitos de nós. Vejamos: 

“E disse Elohim: 
‘Haja luminares na expansão dos céus, para haver separação entre o dia e a noite; 
e sejam eles sinais para as estações determinadas, para os dias e para os anos.’” 
(Bereshit/Gênesis 1:14) 

Aqui há uma orientação clara de Deus a respeito de qual deveria ser o definidor do início dos dias, das estações e dos anos. 

Em outras palavras, partindo do princípio de que com entardecer e amanhecer se faz o dia, e considerando que o entardecer vem antes do amanhecer — porque as trevas existiam na Terra antes da luz — a cada pôr do sol se inicia um novo dia, conforme está implícito nas Escrituras. 

“E com entardecer e amanhecer se fez o dia primeiro.” (Gn 1:5) 
“E com entardecer e amanhecer se fez o dia segundo.” (Gn 1:8) 
“E com entardecer e amanhecer se fez o dia terceiro.” (Gn 1:13) 
“E com entardecer e amanhecer se fez o dia quarto.” (Gn 1:19) 
“E com entardecer e amanhecer se fez o dia quinto.” (Gn 1:23) 
“E com entardecer e amanhecer se fez o dia sexto.” (Gn 1:31) 

Outra divisão clara instituída pela Bíblia é a divisão do tempo em semanas. Ela parte do princípio do estabelecimento do shabat: 

“E havendo Elohim acabado a sua obra no dia sétimo, que tinha feito, parou no sétimo dia toda a obra que fez, abençoando e separando o dia sétimo, porque nele descansou de toda a sua obra.” 
(Gn 2:1–3) 

O conceito de semana só existe por um motivo: marcar o dia de repouso. Por isso, sendo o shabat o sétimo dia, uma nova semana começa após o shabat e termina logo após o fim do shabat, ao pôr do sol do sétimo dia da semana — o que chamamos no Brasil de sábado. 

5.2. A contagem dos meses 

Para aqueles que nunca observaram a importância que Deus dá ao tempo, há ainda outra ordem que não pode ser ignorada. Deus também estabelece o início de cada mês como sendo o mês novo. 

Isso foi ordenado no dia quarto, quando Elohim criou os luzeiros para determinar os tempos: 

“E disse Elohim: ‘Haja luzeiros na expansão dos céus para haver separação entre o dia e a noite, e estes também serão sinais para as estações determinadas, para dias e anos.’” 
(Gn 1:14) 

Isso também está implícito em cada citação deste tempo como período de festa a Yhwh em Bamidbar/Deserto (Números) 10:10; 28:11; Yechizeyahu (Ezequiel) 46:1; Tehilim (Salmos) 81:3, entre muitos outros textos. 

Há, claro, que se pontuar que a tradução “lua nova” revela que historicamente se entendia que a lua nova indicava o início do mês. Contudo, é importante observar que o texto original, em todos os casos citados acima, menciona mês novo, e em nenhum desses textos aparece a palavra lua

5.3. O início do ano 

No livro dos Nomes (Shemot), conhecido por nós como Êxodo, há uma orientação ainda mais clara que define o início de cada ano para o povo de Deus: 

“E falou Yhwh ao (deus) Mosheh (El-Mosheh) e ao (deus) Aharon (El-Aharon) na terra de Mitzrayim (Egito), dizendo: 
‘Este mês será para vocês o mês do início do ano, sendo o primeiro mês do ano.’” 
(Shemot/Êxodo 12:1–2) 

Apesar de ignorarmos o uso do termo El por causa de nossa cultura, é comum nas Escrituras que autoridades sejam chamadas de el (deus), termo que indica autoridade e função representativa, e não divindade absoluta. A maioria das autoridades humanas é assim referida nas Escrituras, mas este não é o tema central neste momento. Atentemo-nos à ordem clara dada por Yhwh a Mosheh quanto ao início do ano. 

Yhwh ordena que aquele mês — o mês da libertação do Egito, o mês da Pessach/Páscoa — fosse considerado o primeiro mês do ano por todas as gerações. 

Dessa forma, observamos uma ordem clara de Deus para que, no início da primavera do hemisfério norte, seja marcado o início do ano. Logo, pela orientação divina, o ano não começa em janeiro ou março — meses dedicados a deuses romanos — mas em Abibe (Aviv). O calendário, segundo a instrução da Torá, deve ser lunissolar, e não apenas solar, como decidiram os romanos, influenciados pela mitologia egípcia, que tem Rá, o deus sol, como sua principal divindade. 

5.4. Definindo os conceitos 

Definidos, em um primeiro momento, os conceitos de dia, semana, mês e ano, estamos prontos para realizar o tão almejado estudo das datas da história segundo as Escrituras Sagradas. 

Recapitulando: 

  • O dia começa e termina com o entardecer, ao pôr do sol. 
  • A semana começa e termina com o fim do shabat do sétimo dia. 
  • O mês começa e termina com o início do mês novo. 
  • O ano começa e termina com o início da primavera no hemisfério norte. 

O ano, segundo as Escrituras, é lunissolar, ou seja, mantém sempre o seu início na primavera do hemisfério norte, mas começa no mês novo, e não na data oficialmente aceita como o início da estação. 

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Sobre

Site com estudos e conteúdos direcionados àqueles que acreditam que as Escrituras Sagradas tem um único autor,   יהוה , o qual com seu ruach (Espírito/vento) influenciou e escolheu alguns homens para que a humanidade soubesse o que lhe agrada e o que lhe entristece. 

O nome mosaico-cristãos, tem origem na tradição dos gentios de chamar aquele que foi Ungido como Cordeiro de Deus, de Cristo e seus seguidores de cristãos e renomear Moshe, como Moisés, compreendendo desta forma que Moshe e Yeshua eram servos fiéis de um mesmo Deus e Senhor,     יהוה .

Desta forma, os mosaico-cristãos, creem na eleição de Israel como povo de Deus, entendem que Yeshua jamais criou uma Igreja, antes, ensinou que as pessoas deveriam se congregar para juntos buscarem retornar as origens e conhecer a vontade do Pai, podendo ser chamados de judeus, judeus-messianicos, cristãos, nazarenos, ou qualquer nome que represente este desejo e princípio.

Assim, os mosaico-cristãos são aqueles que creem que Deus estabeleceu incontáveis concertos com muitos na Terra e muitos destes concertos e alianças são eternas, e o mesmo Criador pode hoje, estabelecer novos concertos com aqueles que aceitam sua busca, o temem e se esforçam por guardar seus mandamentos, sejam estes chamados de Torah, decálogo, ou Lei.

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