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7. Os primeiros acontecimentos fora do Éden 

7.1. O Ano do Pecado

Nas Escrituras, especificamente na Torá, no Livro do Princípio (Bereshit, em hebraico), conhecido como Gênesis, encontramos o relato do primeiro erro do homem, da mulher e da serpente. Esse evento marca a ruptura inicial entre a humanidade e o propósito original estabelecido por Yhwh na criação. 

No capítulo 3, versículos 4 a 6, somos apresentados a esse momento decisivo na história humana, quando Adam e Chawah, seduzidos pela palavra da serpente, transgridem o mandamento divino. A partir desse ato, o pecado passa a fazer parte da experiência humana, alterando para sempre a condição da criação na Terra. 

As Escrituras, porém, não registram explicitamente o dia, o mês ou o ano em que esse evento ocorreu. Não há, no texto bíblico, uma data direta que permita situar com precisão o momento da transgressão dentro da contagem dos anos após a criação. 

Entretanto, a tradição judaica preserva o entendimento de que o pecado teria ocorrido no oitavo ano após a criação, isto é, sete anos completos depois do estabelecimento da vida humana na Terra. Segundo essa tradição, o evento é situado no 14º dia de Abib, o primeiro mês do ano. Essa informação não se encontra na Bíblia, mas aparece em escritos antigos e livros apócrifos baseados na tradição hebraica. 

Ainda que tais fontes não possuam autoridade canônica, ou seja, não sejam reconhecidas oficialmente pelas religiões cristãs, elas ajudam a preservar uma memória histórica que dialoga com a lógica temporal das Escrituras. Contudo, mesmo sem depender dessas tradições, o próprio texto bíblico nos fornece um limite temporal importante. 

Em Bereshit, lemos que Adam tinha 130 anos quando gerou Sheth. Esse dado estabelece que todo o período vivido por Adam e Chawah no Jardim do Éden — desde sua criação até a expulsão — ocorreu antes desse marco. Assim, o tempo da inocência e o tempo do pecado estão necessariamente contidos dentro de um intervalo muito inferior a treze décadas. 

Dessa forma, ainda que o dia exato permaneça oculto, o ano do pecado pode ser compreendido como um acontecimento real, inserido nos primeiros anos da história humana, anterior ao nascimento de Sheth e posterior à criação de Adam e Chawah. Trata-se de um evento não datado pelas Escrituras, mas delimitado por elas. 

Com isso, encerramos o primeiro grande ciclo dos tempos primordiais: 
a criação, o estabelecimento da vida, e a entrada do pecado na experiência humana — preparando o caminho para as genealogias e as datas que seguirão. 
 

7.2. Os primeiros filhos de Adam

De acordo com as Escrituras, Kayn e Hevel foram os primeiros filhos do sexo masculino, de Adam e Chawah. Após o erro e a expulsão do Jardim do Éden, o primeiro casal humano iniciou sua vida fora do paraíso, dando início à história da humanidade em condição mortal. 

Foi então que Chawah concebeu Kayn, seguido posteriormente por Hevel. Assim, o nascimento de ambos ocorreu após o pecado e antes do nascimento de Sheth, estabelecendo que toda essa sequência pertence aos primeiros 130 anos da vida humana na Terra. 

Segundo o relato bíblico, Kayn e Hevel ofereceram sacrifícios a Yhwh. Hevel apresentou uma oferta aceitável — um cordeiro de seu rebanho — enquanto Kayn apresentou uma oferta inadequada — os frutos do solo. Yhwh não se agradou da oferta de Kayn, e a ira e a inveja cresceram em seu coração contra seu irmão. 

Nesse contexto ocorreu o primeiro homicídio da história: Kayn levantou-se contra Hevel e o matou. Assim, o pecado que havia entrado no coração humano manifestou-se agora em violência aberta, marcando uma nova etapa na degradação moral da humanidade primitiva. 

As Escrituras não registram o dia, o mês ou o ano desses acontecimentos. Entretanto, o próprio texto bíblico nos fornece novamente um limite temporal: Adam tinha 130 anos quando gerou Sheth. Logo, o nascimento de Kayn e Hevel, sua maturidade, o oferecimento dos sacrifícios e o assassinato de Hevel ocorreram antes desse marco. Trata-se, portanto, de eventos inseridos nos primeiros anos da história humana, ainda dentro da primeira geração da Terra. 

Considerando que Kayn e Hevel apresentaram ofertas conscientes diante de Yhwh, é razoável compreender que já haviam alcançado maturidade suficiente para responsabilidade espiritual. Assim, ainda que não possamos fixar datas precisas, todo esse ciclo — nascimento, amadurecimento e crime — situa-se em um período relativamente curto dentro dos 130 primeiros anos da vida de Adam. 

A tradição judaica preservada em escritos antigos, no Livro de Yasher e nos registros históricos de Flávio Josefo acrescenta que, nesse mesmo período, Adam e Chawah também tiveram três filhas: Awan, Azura e Luluwa. Essas informações não aparecem diretamente no texto bíblico, mas representam uma tradição antiga consistente com a necessidade de expansão da primeira família humana. 

Dessa forma, antes do ano 130 da vida de Adam, cinco filhos haviam nascido: 
Kayn, Hevel, Awan, Azura e Luluwa — todos pertencentes à primeira geração da humanidade fora do Éden. 

Assim, ainda que o nascimento dos primeiros filhos e o crime de Kayn não possam ser datados com exatidão pelo calendário bíblico, eles estão claramente delimitados entre o ano do pecado e o nascimento de Sheth, compondo o primeiro ciclo histórico da humanidade caída. 

7.3. O nascimento de Sheth

Como citamos anteriormente, após o início da vida e da contagem do tempo na Terra, a primeira data precisa registrada pelas Escrituras é o nascimento do terceiro filho homem de Adam e Chawah. 

Sheth, também conhecido como Sete ou Seth, nasceu quando Adam possuía 130 anos. Assim, seu nascimento ocorreu no ano 131 da vida de Adam, de acordo com o registro da Torá. 

Essa contagem se fundamenta no fato de que a Torá foi escrita por Mosheh, que recebeu educação egípcia. Os egípcios utilizavam o modelo não-inclusivo de contagem do tempo, o mesmo adotado atualmente, no qual o primeiro ano completo é contado após o término do primeiro ciclo anual. Logo, se Adam foi criado no ano 1 e gerou Sheth aos 130 anos, temos: 
1 + 130 = ano 131 da história humana. 

O nascimento de Sheth está registrado em Bereshit (Gênesis) 5:3

A tradição histórica judaica, preservada nos escritos de Yossef ben Matityahu (conhecido como Flávio Josefo) e no Livro de Yasher, também reconhece que Sheth nasceu quando Adam tinha 130 anos, confirmando a mesma referência temporal. 

Sheth foi o terceiro filho homem de Adam e Chawah, nascido após a perda de Hevel, morto por seu irmão Kayn. Josefo destaca Sheth como um homem de grande sabedoria, estudioso e muito próximo de seu pai, tornando-se o herdeiro da linhagem piedosa da humanidade primitiva. 

Segundo as Escrituras, toda a humanidade viva hoje descende de Sheth, pois dele procede a genealogia que culmina em Noach e, posteriormente, na continuidade da vida após o Dilúvio. 

Assim, com o nascimento de Sheth, deixamos o campo dos eventos não datáveis e entramos, pela primeira vez, na linha cronológica objetiva da história humana. 

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O artigo “I História da Humanidade: A Origem da Vida na Terra” apresenta um relato mosaico-cristão inspirado nas Escrituras Sagradas,...

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Site com estudos e conteúdos direcionados àqueles que acreditam que as Escrituras Sagradas tem um único autor,   יהוה , o qual com seu ruach (Espírito/vento) influenciou e escolheu alguns homens para que a humanidade soubesse o que lhe agrada e o que lhe entristece. 

O nome mosaico-cristãos, tem origem na tradição dos gentios de chamar aquele que foi Ungido como Cordeiro de Deus, de Cristo e seus seguidores de cristãos e renomear Moshe, como Moisés, compreendendo desta forma que Moshe e Yeshua eram servos fiéis de um mesmo Deus e Senhor,     יהוה .

Desta forma, os mosaico-cristãos, creem na eleição de Israel como povo de Deus, entendem que Yeshua jamais criou uma Igreja, antes, ensinou que as pessoas deveriam se congregar para juntos buscarem retornar as origens e conhecer a vontade do Pai, podendo ser chamados de judeus, judeus-messianicos, cristãos, nazarenos, ou qualquer nome que represente este desejo e princípio.

Assim, os mosaico-cristãos são aqueles que creem que Deus estabeleceu incontáveis concertos com muitos na Terra e muitos destes concertos e alianças são eternas, e o mesmo Criador pode hoje, estabelecer novos concertos com aqueles que aceitam sua busca, o temem e se esforçam por guardar seus mandamentos, sejam estes chamados de Torah, decálogo, ou Lei.

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