Want to Partnership with me? Book A Call

Popular Posts

  • All Post
  • Artigos Concluídos
  • As Shabatot
  • Associação Mosaico-Cristã
  • I A Revelação de Yeshua
  • I Datas Importantes: Revelando o Tempo Pré-diluviano
  • I História da Humanidade: A Origem da Vida na Terra
  • I O Grande Ungido
  • I Personalidades das Escrituras: Personagens Pré-diluvianos
  • II - História da Humanidade: A Perversidade dos seres da Terra
  • II O Grande Ungido: Arquétipos de Yeshua
  • II Revelação de Yeshua: Os selos de Deus
  • III História da Humanidade: O Homem não queria morrer
  • III Revelação de Yeshua: As Trombetas do Apocalipse
  • IV História da Humanidade: A Destruição dos Seres da Terra
  • Kosher: O alimento permitido pelo Criador! A Alimentação que agrada a Deus
  • Lifestyle
  • Novidades
  • Obras Concluídas
  • Obras em Revisão
  • Sem categoria
  • Série: História da Humanidade
  • Série: Revelação de Yeshua
  • V História da Humanidade: A Origem dos Povos
  • VI História da Humanidade - O Homem que se tornou amigo de Deus

Dream Life in Paris

Questions explained agreeable preferred strangers too him her son. Set put shyness offices his females him distant.

Categories

Edit Template

5. Limpos e imundos 

5.1. Quadrúpedes Terrestres. 

Após o dilúvio, quando Yhwh permitiu que Noaḥ e sua descendência incluíssem carne em sua alimentação, ele não deixou margem para confusão: apenas os animais limpos — chamados tahor (puros) — fariam parte do “cardápio divino”. 

Como vimos, o termo remesh em Gênesis 9:3 não se refere a “tudo que se move”, como algumas traduções sugerem, mas exclusivamente aos animais que Yhwh separou como próprios para consumo, conforme detalhado em Vayikra (Levítico) 11 e Devarim (Deuteronômio) 14. E é nesse ponto que começamos a mergulhar nas categorias específicas, iniciando pelos quadrúpedes terrestres, os primeiros a serem classificados por Mosheh. 

Em Vayikra 11:2-3, Yhwh dá uma instrução clara e precisa aos que caminham em Sua aliança: 
“De todos os animais terrestres, são estes os que podem comer: todo animal que tem casco fendido, dividido em duas partes, e que ruminam, estes podem comer.” 

Dois critérios simples, mas poderosos — como um selo divino gravado na criação — marcam os animais permitidos: o casco completamente dividido e a ruminação, aquele processo paciente de mastigar novamente o alimento para extrair sua essência. 

A vaca, a ovelha, o cervo, a cabra — todos carregam esse selo. Seus cascos se abrem em duas partes distintas, e seus estômagos trabalham em harmonia com a ordem do Criador. Mas Yhwh não para aí. Ele antecipa as dúvidas e, em Vayikra 11:4-8, lista com clareza os quadrúpedes que, mesmo parecendo próximos do padrão, estão fora da aliança alimentar: o camelo, que rumina, mas não tem casco fendido; a lebre e o coelho, que parecem ruminar, mas não têm o casco dividido; e o porco, que tem casco fendido, mas não rumina. “Estes são tame (impuros) para vocês”, declara Yhwh, e vai além: “Não comereis da sua carne, nem tocareis os seus cadáveres.” Não é apenas sobre o que entra na boca, mas sobre o que tocamos, manuseamos, permitimos em nossa vida. Essa proibição não é capricho, mas um chamado à separação — kadosh —, um lembrete diário de que o povo de Yhwh vive de forma distinta, até nas escolhas mais simples do dia a dia. 

Por que o porco é proibido? Por que o camelo não pode servir de alimento? As Escrituras não oferecem uma explicação biológica clara, e não precisamos de uma. 

O princípio é maior: 
“Porque eu sou Yhwh, vosso Elohim; separai-vos, pois, e sede separados, porque eu sou separado” (Vayikra 11:44-45). 

A alimentação kosher não é apenas sobre saúde, nem sobre tradição — é sobre identidade. É sobre dizer, com cada refeição: “Eu pertenço a Yhwh”. 

Para o mosaico-cristão, seguir essas leis é um ato de emunah — fidelidade viva, não legalismo morto. 

Na prática, isso significa que, no supermercado, escolhemos carne bovina ou de cordeiro com consciência; evitamos bacon, presunto, linguiça feita com porco ou cochinilla, mesmo que sejam comuns na cultura ao redor. 

No açougue e na cozinha, preparamos refeições que honram o Criador: um ensopado de carne de ovelha com ervas frescas, um assado de cabra com batatas, um prato que não apenas alimenta o corpo, mas eleva a alma. 

Imagine sentar-se à mesa com um prato que reflete a vontade de Yhwh: carne permitida, vegetais da terra — uma refeição que ecoa o Éden e aponta para a redenção. 

Esse é o convite de Yhwh: alinhar corpo, mente e espírito com sua instrução. Não comemos para sermos salvos, mas porque somos salvos. E nos próximos capítulos, continuaremos essa jornada, explorando as aves, os animais aquáticos, os rastejantes e até os insetos, para podermos compreender plenamente como viver, em cada detalhe, segundo o padrão de Yhwh. 

5.2. Animais Aquáticos. 

Nos rios, mares e lagos, Yhwh criou um vasto mundo de criaturas que nadam e habitam as águas, mas nem todas fazem parte do “banquete divino” que Ele preparou para os que guardam Sua aliança. 

Após permitir o consumo de carne a Noaḥ (Noé) em Bereshit (Gênesis/Princípio) 9:3, Yhwh estabeleceu limites claros, separando os animais aquáticos limpos (tahor [puros]) dos imundos (tame [imundos]). 

Em Vayikra (Levítico/Chamou) 11:9-12, Ele revela os critérios para escolher quais criaturas aquáticas podem estar em nosso prato, guiando os seguidores de Sua aliança a viverem em separação (kadosh). 

Neste capítulo, mergulharemos nas águas das Escrituras para compreender essas instruções e aplicá-las com emunah (fidelidade) hoje. 

Em Vayikra (Levítico/Chamou) 11:9-12, Yhwh entrega uma regra simples, mas precisa, para os animais aquáticos: 

“Isto comereis de tudo que há nas águas: tudo que tem barbatanas e escamas, nos rios e nos mares, comereis. 

Mas tudo que não tem barbatanas ou escamas, nas águas, não comereis; estes são tame (imundos) para vocês e serão abomináveis.” 

Esses dois sinais — barbatanas e escamas — são como uma marca divina que distingue os animais tahor (puros), próprios para alimentação, dos tame (imundos), que devem ser rejeitados. 

As barbatanas são nadadeiras que permitem aos peixes se moverem com agilidade, enquanto as escamas são placas protetoras que cobrem seus corpos, como uma armadura natural. 

Animais como o salmão, a sardinha, a tilápia e o atum cumprem ambos os critérios, sendo tahor (puros) e permitidos. 

Por outro lado, criaturas como camarões, lagostas, polvos, lulas, rãs e moluscos (como ostras e mexilhões) carecem de barbatanas, escamas ou ambos, sendo classificadas como tame (imundas). 

Yhwh é enfático: essas criaturas não apenas são proibidas, mas são “abomináveis” ao servirem como alimento — um chamado à separação total do que Ele rejeita. 

Por que a distinção? Por que Yhwh separa os animais aquáticos dessa forma? As Escrituras não oferecem uma explicação explícita, mas o princípio de separação (kadosh) está no coração de Suas instruções. 

No mundo antigo, muitas culturas vizinhas de Israel consumiam crustáceos e moluscos, às vezes em rituais gentios, e sua alimentação baseada em detritos ou filtragem de impurezas os tornava símbolos de desordem. Em contraste, peixes com nadadeiras e escamas, que nadam livremente e se alimentam de forma mais seletiva, refletem a ordem e a pureza que Yhwh deseja para os que guardam Sua aliança. Comer apenas o que Ele permite é um ato de obediência que nos lembra: somos chamados a ser separados do mundo caído, até na escolha do que colocamos à mesa. 

A proibição de Vayikra (Levítico/Chamou) 11:10-12 reforça a seriedade da separação, como Mosheh (Moisés) registra: 
“Não os comereis, porque são tame (imundos) para vocês” (Vayikra [Levítico/Chamou] 11:11). 

Assim, os que guardam a aliança são convidados a refletir a pureza de Yhwh em cada aspecto da vida, incluindo o que pescam ou compram. 

Aplicação Hoje: Vivendo a Fidelidade nas Águas 

Para os mosaico-cristãos, honrar o “banquete divino” de Yhwh é um ato de emunah (fidelidade) que transforma escolhas cotidianas em adoração. Imagine caminhar por um mercado de peixes, com bancadas cheias de cores e aromas: ali, os critérios de Vayikra (Levítico/Chamou) 11 guiam nossas mãos. Escolhemos um filé de salmão ou uma sardinha fresca, sabendo que suas nadadeiras e escamas os tornam tahor (puros). Mas passamos ao largo do camarão, da lagosta ou dos mexilhões, reconhecendo que são tame (imundos) e contrários à vontade de Yhwh. Até pratos populares, como sushi com camarão ou paella com frutos do mar mistos, são evitados, a menos que contenham apenas peixes permitidos. 

Na cozinha, isso significa preparar refeições que refletem a aliança: um ensopado de tilápia com ervas, uma sardinha grelhada ou um ceviche de peixe com escamas, todos alinhados com o padrão de Yhwh. 

Mesmo em restaurantes, podemos perguntar: “Este prato contém apenas peixes com barbatanas e escamas?” Essa prática não é um fardo, mas uma alegria — uma oportunidade de viver para Yhwh, como Ele instrui em Vayikra (Levítico/Chamou) 11:44-45: 
“Porque eu sou Yhwh, vosso Elohim; separai-vos, pois, e sede separados, porque eu sou separado.” 

A alimentação segundo Vayikra (Levítico/Chamou) 11 também nos lembra da soberania de Yhwh sobre toda a criação. 

Ele, que formou os mares e seus habitantes (Bereshit [Gênesis/Princípio] 1:21), escolheu quais criaturas sustentariam Seu povo. Ao obedecer, declaramos que nosso corpo, alma (mente) e espírito pertencem a Ele. 

Nos próximos capítulos, continuaremos a explorar as demais categorias de animais — aves, rastejantes e outros — para viver plenamente segundo o padrão de Yhwh, com emunah (fidelidade) e separação (kadosh). 

5.3. Animais voadores. 

Nos céus, Yhwh criou uma sinfonia de asas, de águias majestosas a pombos gentis, cada criatura voadora refletindo Sua glória. Após o dilúvio, Ele permitiu que Noaḥ (Noé) e sua descendência incluíssem carne em sua alimentação (Bereshit [Gênesis/Princípio] 9:3), mas apenas os animais tahor (puros) fazem parte do “cardápio celestial” reservado aos que guardam Sua aliança. Diferentemente dos quadrúpedes terrestres e aquáticos, cujos critérios de pureza são claros e visuais, os animais voadores exigem uma abordagem única. Em Vayikra (Levítico/Chamou) 11:13-20, Yhwh lista as criaturas voadoras tame (imundas), proibidas como alimento, sem oferecer sinais visuais. 

A lista de Yhwh para os Voadores. 

Em Vayikra (Levítico/Chamou) 11:13-20, Yhwh declara: 
“Estas são as criaturas voadoras que considerareis tame (imundas); não as comereis, pois são sheqets (detestáveis): a águia, a águia-pesqueira, o abutre-fusco, o milhafre-real e toda espécie de milhafre, toda espécie de corvo, o avestruz, a coruja, a gaivota, toda espécie de falcão, o mocho-galego, o corvo-marinho, o bufo-pequeno, o cisne, o pelicano, o abutre, a cegonha, toda espécie de garça, a poupa e o morcego.” 

Essa lista, transmitida por Mosheh (Moisés), é o guia para os que guardam a aliança: se uma criatura voadora está nela, é tame (imunda) e proibida; se não está, presume-se tahor (pura) e permitida. 

Ao contrário dos quadrúpedes, que requerem casco fendido e ruminação, ou dos aquáticos, que precisam de nadadeiras e escamas, os animais voadores não têm um critério visual explícito. 

A lista inclui principalmente aves predadoras (como águias e falcões), necrófagas (como abutres e corvos) ou associadas a ambientes impuros (como o pelicano, que vive em pântanos). 

Curiosamente, o morcego, embora não seja uma ave, é incluído como “criatura voadora” no contexto hebraico, refletindo a classificação antiga baseada no voo. 

Animais voadores não mencionados, como galinhas, pombos, patos e perus, são considerados tahor (puros) e próprios para consumo, pois Yhwh não os proibiu. 

Por que a proibição? Como já ressaltamos anteriormente, as Escrituras não fornecem uma razão explícita, mas o princípio de separação (kadosh) permeia Sua aliança. 

Muitas das aves listadas, como abutres e corvos, alimentam-se de carniça, sendo associadas à morte e à impureza no mundo antigo. Outras, como falcões e águias, são predadoras, caçando com violência, o que contrasta com a ordem pacífica do Éden. Algumas, como a cegonha ou o pelicano, habitam áreas pantanosas, vistas como impuras em culturas bíblicas. 

Ao proibir essas criaturas, Yhwh guia os que guardam Sua aliança a se afastarem de tudo que simboliza desordem ou impureza, escolhendo alimentos que reflitam Sua pureza e soberania. 

A designação sheqets (detestáveis) em Vayikra (Levítico/Chamou) 11:13 reforça a importância da proibição. 

Como Ele instrui em Vayikra (Levítico/Chamou) 11:44-45: 
“Porque eu sou Yhwh, vosso Elohim; separai-vos, pois, e sede separados, porque eu sou separado.” 

Para os mosaico-cristãos, seguir as instruções de Yhwh para os animais voadores é uma oportunidade de alinhar corpo, alma (mente) e espírito com Sua vontade. 

No mercado ou na cozinha, o “cardápio celestial” de Yhwh nos guia: escolhemos frango, peru ou pombo (aves tahor [puras] não listadas como proibidas), mas evitamos carne de avestruz, falcão ou corvo, que são tame (imundas). 

Na prática, a aplicação é simples, mas exige atenção. Ao comprar carne de aves, confirmamos que ela vem de espécies permitidas, como galinha ou pato. Em restaurantes, podemos perguntar: “Esta ave está na lista de proibidas em Vayikra (Levítico/Chamou) 11?” Na dúvida, optamos por aves comuns e amplamente aceitas como tahor (puras), como o frango, que é um pilar da alimentação mosaico-cristã. 

Essa escolha transforma uma refeição em um ato de adoração: um assado de peru com ervas ou uma sopa de galinha tornam-se expressões de emunah (fidelidade), honrando o Criador que formou as aves (Bereshit [Gênesis/Princípio] 1:20-21). 

Cada ave tahor (pura) em nosso prato é um lembrete de que somos chamados a voar acima das práticas do mundo caído, guiados pela aliança de Yhwh. 

Nos próximos capítulos, exploraremos as demais categorias de animais — rastejantes e outros — para continuar a jornada de obediência ao “cardápio celestial” que glorifica nosso Elohim. 

5.4. Criaturas que fervilham. 

A respeito das criaturas que fervilham, Mosheh também classificou aqueles que podem ser comidos e aqueles que não podem. 

“20 Também, todas as pequenas criaturas voadoras que fervilham sobre a terra e andam de quatro são algo repugnante para vocês. 

21 Das pequenas criaturas voadoras que fervilham sobre a terra e andam de quatro, vocês só podem comer aquelas que têm um par de pernas articuladas, mais compridas do que as outras pernas, para saltar do chão. 

22 Dessas, vocês podem comer: diversas espécies de gafanhotos migratórios, outros tipos de gafanhotos comestíveis, grilos e gafanhotos comuns. 

23 Todas as outras pequenas criaturas voadoras que fervilham sobre a terra e que têm quatro patas são algo repugnante para vocês. 

24 Por meio delas, vocês se tornariam impuros. Todo aquele que tocar numa delas que estiver morta ficará impuro até o anoitecer. 

25 Quem transportar uma dessas criaturas que esteja morta deve lavar suas roupas; ele ficará impuro até o anoitecer.” 
(Lev 11:20-25) 

Como podemos ler, se um inseto anda sobre quatro patas, ele só será comestível se as patas dianteiras forem articuladas e maiores que as traseiras, caso do gafanhoto, que possui seis patas, mas anda sobre quatro. Estes, Deus permitiu que nos servissem de alimento, mas todos os outros não devem nos servir de alimento. 

Mosheh também agrupa e cita alguns exemplos de “criaturas que fervilham” imundas. 

“Estas são as criaturas que fervilham sobre a terra, são impuras para vocês: o rato-toupeira, o rato comum, toda espécie de lagarto, a lagartixa, o lagarto grande, a salamandra, o lagarto-da-areia e o camaleão. Essas criaturas que fervilham sobre a terra são impuras para vocês. Todo aquele que tocar em seus cadáveres ficará impuro até o anoitecer.” 

Devemos sempre observar que a classificação utilizada por Mosheh é diferente da oficial utilizada em nossos dias. 

5.5. Animais que rastejam. 

A última classificação de animais é a dos animais que rastejam. Esta é a mais fácil, pois não há nenhum animal que rasteja que Deus permita que deva fazer parte da nossa alimentação. 

“42 Não comam nenhum animal que rasteja sobre o ventre” 
(Lev 11:42). 

5.6. Recapitulando. 

Concluímos com o estudo dos capítulos anteriores que Yhwh nos permitiu comer alguns tipos de animais, mas proibiu outros. 

Entre os quadrúpedes terrestres, comeremos apenas os que tiverem unhas fendidas, o casco dividido em dois e ruminam. 

Entre os animais aquáticos, comeremos apenas os que tiverem escamas e nadadeiras. 

Entre os animais que voam, Deus estabeleceu uma lista especial dos quais não devemos comer. 

Entre as criaturas que fervilham, devemos comer apenas aquelas que andam sobre quatro patas (mesmo podendo ter mais), porém possuem patas articuladas e maiores, utilizadas para saltar. 

Não podemos comer nenhum animal que rasteja sobre o próprio ventre. 

Compartilhar:

Considered an invitation do introduced sufficient understood instrument it. Of decisively friendship in as collecting at. No affixed be husband ye females brother garrets proceed. Least child who seven happy yet balls young. Discovery sweetness principle discourse shameless bed one excellent. Sentiments of surrounded friendship dispatched connection is he. Me or produce besides hastily up as pleased. 

Leave a Reply

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

You May Also Like:

Artigos Concluídos

  • All Posts
  • Artigos Concluídos
Sinopse

Antes que o universo tomasse forma, antes que o tempo traçasse sua linha, Yeshua passou a existir como o “primogênito...

SINOPSE

Bem-vindo ao quarto artigo da Série História, intitulado “IV História da Humanidade: A Destruição dos Seres da Terra”, exploramos os...

Sinopse

Em uma época à beira do juízo e condenação, onde a maldade humana se entrelaçou com a influência dos “Filhos...

Sinopse

II História da Humanidade: A Perversidade dos Seres da Terra dá continuidade à narrativa iniciada em “I História da Humanidade:...

Sinopse

“Kosher: O Alimento Permitido pelo Criador! A Alimentação que Agrada a Deus” é um artigo detalhado que mergulha nas orientações de...

Sinopse

Em um universo que está em constante movimento, onde o valor humano é medido por sua produtividade, “As Shabatot” surgem...

Sinopse

O artigo “I História da Humanidade: A Origem da Vida na Terra” apresenta um relato mosaico-cristão inspirado nas Escrituras Sagradas,...

Sobre

Site com estudos e conteúdos direcionados àqueles que acreditam que as Escrituras Sagradas tem um único autor,   יהוה , o qual com seu ruach (Espírito/vento) influenciou e escolheu alguns homens para que a humanidade soubesse o que lhe agrada e o que lhe entristece. 

O nome mosaico-cristãos, tem origem na tradição dos gentios de chamar aquele que foi Ungido como Cordeiro de Deus, de Cristo e seus seguidores de cristãos e renomear Moshe, como Moisés, compreendendo desta forma que Moshe e Yeshua eram servos fiéis de um mesmo Deus e Senhor,     יהוה .

Desta forma, os mosaico-cristãos, creem na eleição de Israel como povo de Deus, entendem que Yeshua jamais criou uma Igreja, antes, ensinou que as pessoas deveriam se congregar para juntos buscarem retornar as origens e conhecer a vontade do Pai, podendo ser chamados de judeus, judeus-messianicos, cristãos, nazarenos, ou qualquer nome que represente este desejo e princípio.

Assim, os mosaico-cristãos são aqueles que creem que Deus estabeleceu incontáveis concertos com muitos na Terra e muitos destes concertos e alianças são eternas, e o mesmo Criador pode hoje, estabelecer novos concertos com aqueles que aceitam sua busca, o temem e se esforçam por guardar seus mandamentos, sejam estes chamados de Torah, decálogo, ou Lei.

Artigos Recentes

  • All Post
  • Artigos Concluídos
  • As Shabatot
  • Associação Mosaico-Cristã
  • I A Revelação de Yeshua
  • I Datas Importantes: Revelando o Tempo Pré-diluviano
  • I História da Humanidade: A Origem da Vida na Terra
  • I O Grande Ungido
  • I Personalidades das Escrituras: Personagens Pré-diluvianos
  • II - História da Humanidade: A Perversidade dos seres da Terra
  • II O Grande Ungido: Arquétipos de Yeshua
  • II Revelação de Yeshua: Os selos de Deus
  • III História da Humanidade: O Homem não queria morrer
  • III Revelação de Yeshua: As Trombetas do Apocalipse
  • IV História da Humanidade: A Destruição dos Seres da Terra
  • Kosher: O alimento permitido pelo Criador! A Alimentação que agrada a Deus
  • Lifestyle
  • Novidades
  • Obras Concluídas
  • Obras em Revisão
  • Sem categoria
  • Série: História da Humanidade
  • Série: Revelação de Yeshua
  • V História da Humanidade: A Origem dos Povos
  • VI História da Humanidade - O Homem que se tornou amigo de Deus

Tags

© 2024 Design by M4D