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Dream Life in Paris

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8. Equívocos de interpretação 

8.1. Não era sobre alimentos e sim sobre lavar as mãos. 

“Não há nada fora de um homem que, entrando nele, possa torna-lo impuro.” Marcos 7:15 

Muitos que se alimentam de animais aos quais Deus proibiu nas escrituras, afirmam praticar tal atitude firmando-se sob a escritura registrada em Marcos 7:15, que afirma que não há nada fora de um homem que, entrando nele, possa torná-lo impuro e usam esta fala de Yeshua para declarar que a Lei de Deus e seus mandamentos foram abolidos e não precisam mais ser praticados. Mas será que era isso que Yeshua quis dizer quando expressou tais palavras em aramaico? 

Pois bem, para analisarmos tal conteúdo, é preciso analisar o contexto em que o mesmo disse tais palavras. Vejamos: 

“Então os (religiosos da seita dos) fariseus e alguns dos escribas que tinham chegado de Yerushalaim (Jerusalém) se reuniram em volta dele (Yeshua). 

E eles viram alguns dos discípulos dele tomar a refeição com mãos impuras, isto é, sem lavá-las. 

(Acrescentado: – Pois os fariseus e todos os judeus não comem sem lavar as mãos até os cotovelos, apegando-se à tradição dos homens dos tempos antigos, e, ao voltar do mercado, não comem sem se lavar. Há muitas outras tradições que eles receberam e às quais se apegam, como batismos de copos, de jarros e de vasilhas de cobre.) 

Então esses fariseus e escribas lhe perguntaram: 

‘Por que os seus discípulos não seguem a tradição dos homens dos tempos antigos, mas tomam a refeição com mãos impuras?’ 

Ele lhes disse: 

‘Yeshayahu profetizou apropriadamente a respeito de vocês, hipócritas, como está escrito: 

‘Este povo me honra com os lábios, mas seu coração está muito longe de mim. 

É em vão que continuam a me adorar, pois ensinam as regras de homens como doutrinas (mandamentos).’ 

Vocês abandonam o mandamento de Deus e se apegam à tradição de homens.’ 

Ele lhes disse ainda: 

‘Vocês sabem muito bem como pôr de lado o mandamento de Deus, a fim de manter a sua tradição. 

Por exemplo, Moshe disse: 

‘Honre seu pai e sua mãe’ e ‘Quem amaldiçoar seu pai ou sua mãe seja morto’. 

Mas vocês dizem: ‘Se um homem diz ao seu pai ou à sua mãe: 

“Tudo o que eu tenho que poderia beneficiá-lo é corbã (isto é, uma dádiva dedicada a Deus)”’, 

vocês não o deixam mais fazer nem uma única coisa para seu pai ou para sua mãe. 

Assim vocês invalidam a palavra de Deus pela tradição que transmitiram. 

E fazem muitas coisas como essa.’ 

E chamando novamente a multidão, ele disse: 

‘Escutem-me, todos vocês, e compreendam o que significado do que eu digo: 

Não há nada fora de um homem que, entrando nele, possa torna-lo impuro, mas as coisas que saem do homem são as que o tornam impuro.’” Marcos 7:1-15 

Como podemos ver, em nenhum momento os discípulos e amigos de Yeshua, estavam comendo algo que a lei proíbe, se quer, praticavam algo proibido pela lei de Deus, mas praticavam uma ação que não estava de acordo com a lei rabínica, comumente conhecida como lei oral. 

Ora, os judeus religiosos criaram diversas recomendações baseadas na lei de Deus para, segundo seu costume evitar que todos pecassem contra a Torah, a Lei de Deus, uma dessas recomendações, segundo sua tradição era que para não se tornar imundo segundo a recomendação de Levítico 13, 14 e 15, nada deveria ser comido sem que antes a pessoa lavasse as mãos. 

Não há nenhuma lei ou versículo da Lei que ordene isto, porém, os rabinos criaram essa tradição com o propósito de que ninguém se tornasse imundo por tocar algo imundo e desta maneira, se alguém involuntariamente tivesse tocado algo imundo (segundo as leis de Levítico 13, 14, 15, que reza a respeito das imundícias humanas), lavando as mãos esta pessoa não contaminaria seu alimento. 

Pois vejam, a recomendação rabínica é chamada de tradição e Yeshua critica os religiosos por substituírem a lei de Deus pela tradição, pois a tradição não é a Lei de Deus, mas é uma lei oral falha e que à medida que se populariza, se torna um fardo. 

Se observarmos criteriosamente, Yeshua e após ele, seus apóstolos, nunca praticaram a tradição judaica, mas jamais negligenciaram a Lei de Deus, Torah! 

Desta forma, seguindo a orientação de Yeshua, devemos ser sábios e como o próprio Yeshua disse: “devemos compreender o significado do que ele diz” e não deturpar suas palavras, pois Yeshua e seus discípulos, jamais ingeriram alimentos imundos ou impuros, aqueles que foram proibidos, e esta frase dizia respeito a cerca de lavar as mãos e não a respeito de se alimentar do que Deus proibiu. 

Concluindo, não devemos repetir os erros dos religiosos fariseus dos dias de Yeshua, praticando nossas tradições culturais, que nos incitam a nos alimentarmos de animais imundos e nos esquecermos da Lei de Deus, pois era exatamente isso que Yeshua condenava. 

8.2. Não era sobre alimentos e sim sobre os estrangeiros. 

Outro texto muito utilizado por aqueles que se alimentam de coisas proibidas por Deus é o texto do livro dos Atos dos Apóstolos no capítulo 10. 

Vejamos: 

“Enquanto eles viajavam e se aproximavam da cidade, Kefa (Pedro) subiu ao terraço para orar, por volta da sexta hora do dia (Meio dia). 

Mas ele ficou com muita fome e quis comer. 

Enquanto preparavam a refeição, ele caiu em transe (Teve uma visão); viu o céu aberto e algo semelhante a um grande lençol de linho descendo sobre a terra, preso pelas quatro pontas. 

Nele, havia todo tipo de quadrúpedes e de répteis da terra, e de aves do céu. 

Então uma voz lhe disse: “Levante-se, Kefa, mate e coma!” 

Mas Kefa respondeu: 

“De jeito nenhum, meu mestre, porque nunca comi nada aviltado ou impuro.” 

E a voz falou novamente com ele, pela segunda vez: 

“Pare de chamar de impuras as coisas que Deus purificou.” 

Isso ocorreu pela terceira vez e, imediatamente, o lençol foi recolhido ao céu. 

Kefa (Pedro/Petros) estava perplexo, perguntando-se o que poderia significar a visão que ele havia tido. 

Enquanto isso, os homens enviados por Cornélio perguntaram onde era a casa de Shimeon e ficaram parados no portão. 

Eles chamaram e perguntaram se Shimeon, conhecido como Petros (Kefa), estava hospedado ali. 

Kefa ainda estava refletindo sobre a visão quando o espírito disse: 

“Escute! Três homens estão procurando você. 

Levante-se então, desça e vá com eles, sem hesitar, porque eu os enviei.” 

De modo que Kefa desceu ao encontro dos homens e disse: 

“Aqui estou, sou eu quem vocês estão procurando. 

Por que estão aqui?” 

Disseram: 

“Cornélius (Cornélio), oficial do exército, homem justo e temente a Deus, de quem toda a nação dos judeus fala bem, recebeu instruções divinas por meio de um mensageiro para chamar o senhor à casa dele a fim de ouvir o que o senhor tem a dizer.” 

Assim, Kefa os convidou para entrar e lhes deu hospedagem. 

No dia seguinte, levantou-se e foi com eles, e alguns dos irmãos de Jope o acompanharam. 

No outro dia, ele entrou em Cesareia. 

Cornélius, naturalmente, os estava esperando, e havia reunido seus parentes e amigos íntimos. 

Quando Kefa entrou, Cornélius foi ao seu encontro, se prostrou aos pés dele e lhe prestou homenagem. 

Mas Kefa o levantou-o, dizendo: “Fique de pé! Eu também sou apenas um homem.” 

Enquanto conversava com ele, entrou e encontrou muitas pessoas reunidas. 

Ele lhes disse: “Vocês bem sabem que é proibido a um judeu se relacionar ou ter contato com um homem de outra raça. 

Contudo, Deus me mostrou que eu não devo chamar nenhum homem de aviltado ou impuro. 

Por isso vim, sem nenhuma objeção, quando fui chamado.” Atos 10:9-29 

Aqui, claramente temos a visão e o seus significado. Recapitulemos. Shimeon, conhecido entre os israelitas como Kefa e entre os gregos como Petros, que significa pedra, estava fora de Israel, com fome, teve uma visão próximo ao meio dia. 

Nesta visão, ele viu diversos animais imundos e ouviu uma ordem que dizia: “Mata e come!” 

Ora, Yeshua já havia sido morto e ressuscitado, mas ele enfatiza: “Jamais comi algo imundo!” 

Esta informação derruba qualquer tese daqueles que defendem que a Lei de Deus teria sido abolida quando Yeshua morreu ou quando ele ressuscitou, ou ascendeu ao céu. Ao contrário, enfatiza que os seguidores de Yeshua sempre foram fiéis a Lei de Deus e não ousavam pecar contra nenhum de seus mandamentos. 

Como a visão se repetiu três vezes, Kefa medita sobre o que a mesma poderia significar, é então que ele recebe uma visita inesperada de três homens enviados por um estrangeiro honrado e temente ao nome de Yhwh. 

Reparem que ele compreende o significado da visão imediatamente e o autor do livro dos Atos dos Apóstolos a registra no versículo 29: “Eu não devo chamar de nenhum homem (Estrangeiro e incircunciso do prepúcio) de imundo. 

Concluímos desta forma que a visão não se referia a alimentos imundos, aos quais Kefa jamais ingeriu em toda sua vida, antes, se referia a nós, estrangeiros que tememos o nome de Yhwh. 

Ao encontrar Cornélius, Kefa repete sua compreensão: 

“Agora eu entendo claramente que Deus não é parcial, mas em toda nação, ele aceita aquele que o teme e faz o que é correto.” Atos 10:34-35. 

Quem utiliza este texto para tentar levar as pessoas a pecarem contra Deus, se alimentando de animais imundos, deturpa o real significado da visão, a qual é claramente explicada pelo próprio Kefa, dentro do contexto do capítulo. 

8.3. Não era sobre animais imundos e sim sobre alimentos sacrificados. 

Outro autor que também é muito utilizado de forma errônea, como se fosse um combatente à lei, conforme os religiosos judeus apregoavam em sua época, é o ex-rabino Shaul, conhecido em nossa região como Apóstolo Paulo. 

Em sua carta aos Coríntios, ele escreveu: 

“Comam de tudo que se vende no açougue, sem fazer perguntas, por causa da sua consciência, pois a Yhwh pertence a Terra e tudo que nela há.” I Cor 10:25 

Pois bem, este texto é utilizado por muitos para defender que se no açougue se vender carne de rato, cobra, porco, cochinilla, etc, pode se comer de tudo que lá vende. Mas será que era isso mesmo que Paulo queria dizer? 

Primeiramente precisamos compreender que só podemos comer aquilo que considerarmos alimento, como vimos anteriormente a um israelita, animais imundos não eram considerados alimentos. Kefa (O Petrus ou Pedro), como vimos anteriormente, jamais comeu algo que não fosse alimento. 

Para tentarmos ilustrar o que precisamos raciocinar, podemos usar uma ilustração absurda que talvez nos leve a raciocinar da maneira adequada. Se em um açougue vende-se carvão, Paulo quis dizer que devemos comer carvão? Qualquer pessoa racional responderá: “É óbvio que não!” 

E por que a resposta é “Não” sem questionamento, porque na compreensão de nossa sociedade, carvão não é alimento. 

Desta forma, o que Paulo quis dizer não era: 

“Comam de todos os alimentos que se vendem no açougue sem perguntar, por causa da consciência!” 

Ora, mas para um servo de Deus que tenha conhecimento de sua lei, animais imundos não são alimentos, logo, carne de porco, de rato, de cobras, lagartos, ainda que se vendam no açougue, não devem ser utilizados para alimento. 

Apenas este breve raciocínio já nos leva a ter a compreensão de que utilizar este trecho para defender a alimentação daquilo que Deus proibiu é um grande equívoco, porém ainda que aceitemos este argumento, nos restará pelo menos uma dúvida sobre o porquê comer sem perguntar? Que tipo de pergunta poderia levar nossa consciência a pecar contra Yhwh? Ou como se diz em nossa cultura: “Ficar pesada”. 

Para buscarmos a resposta adequada para esta pergunta, precisamos analisar este trecho dentro do contexto em que foi escrito. Vejamos: 

“Comam de tudo o que se vende no açougue sem fazer perguntas por causa da sua consciência, pois, a Yhwh pertence a Terra e tudo o que nela há. 

Se algum incrédulo os convidar para uma refeição e quiserem ir, comam de tudo o que se puder diante de vocês sem fazer perguntas por causa da sua consciência, mas se alguém lhes disser: 

“Isso é algo oferecido em sacrifício”, não comam, por causa daquele que lhe disse e por causa da consciência.” I Cor 10:25-27 

Basta uma única leitura para observamos que Paulo não estava se referindo a animais imundos, os quais Deus proibiu que comêssemos, ele estava se referindo a animais limpos que eventualmente pudessem ter sido sacrificados a outros deuses. 

Logo, podemos concluir de forma simplista, que novamente não era sobre animais imundos que Paulo falava e sim sobre alimentos sacrificados aos deuses das nações. 

8.4. Não era por comer carne imunda, era por se abster do que Deus proibiu. 

Outro texto muito mal compreendido é o trecho da carta de Paulo aos Colossenses que reza assim: 

“Portanto, não deixem que ninguém os julguem pelo que comem ou bebem, ou com respeito a celebração de uma festividade, da lua nova ou de um shabat.” Colossenses 2:16. 

Este trecho é um dos mais utilizados por aqueles que defendem que se alimentar de carne imunda ou se abster da mesma é uma decisão opcional e aqueles que se alimentam de cobra, javali, porco e todo tipo de animais imundos os quais os servos de Deus dos dias Bíblicos jamais se alimentaram não podem ser criticados ou julgados por isso. Mas será que realmente era isso que Paulo, o autor da carta estava dizendo? 

Vejamos o que está escrito dentro do contexto em que foi escrito: 

“Portanto, não deixem que ninguém julgue vocês pelo que comem ou bebem, ou com respeito à celebração de uma festividade da lua nova ou shabat. 

Essas coisas são uma sombra do que viria, e na realidade pertencem ao corpo Ungido. 

Que nenhum homem que tenha prazer numa falsa humildade e numa forma de adoração dos mensageiros os prive deste galardão. 

Tais pessoas insistem nas coisas que viram. 

Na realidade, sua mentalidade carnal as enche de orgulho sem motivo justo. 

Elas se apegam a cabeça, àquele por meio de quem o corpo inteiro é suprido harmoniosamente unido mediante suas juntas e ligamentos e cresce com o desenvolvimento que vem de Deus. 

Se vocês morreram junto com o Ungido para as coisas elementares do mundo, por que continuam vivendo como se fizessem parte do mundo, sujeitando-se ainda aos decretos: 

“Não pegue, não prove, não toque” 

Que se referem a coisas que são consumidas e se acabam, de acordo com as ordens e os ensinamentos de homens? 

Essas coisas tem uma aparência de sabedoria numa forma de adoração imposta a si mesmo e falsa humildade, um tratamento severo do corpo, mas não são de nenhum valor em combater os desejos da carne.” Colossensses 2:16-23 

Para compreender o que Paulo estava falando, é necessário contextualizar com informações extrabíblicas. 

Segundo o historiador Yossef Bem Matiahu, o qual conhecemos por seu nome romano, Flávio Josefo, nestes dias, os líderes dos sacerdotes haviam proibido que os estrangeiros oferecessem sacrifícios e participassem das festividades do povo de Deus, exceto se fossem circuncidados, o que era uma decisão religiosa humana e não fazia parte da Torah, nem da Lei de Deus. 

Desta forma, a partir deste momento, os judeus passaram a ensinar e ainda ensinam até os dias atuais, que todo não israelita não pode celebrar o shabat, nem a lua nova, assim como não pode se abster de alimentos imundos, pois fazendo isso, estariam roubando a benção deles e contrariando os ensinos rabínicos, sua lei. 

O texto de Paulo reza contra estes ensinos. 

Paulo não estava dizendo: “podem comer qualquer coisa”, mas sim: “não permitam que ninguém os proíba de guardar os mandamentos de Deus”. 

Se observarmos rapidamente por uma ótica ocidental, certamente seremos levados ao equívoco e compreender que o fato de trabalharmos nos shabats, ignorarmos as festividades de lua nova ou comermos e bebermos carne imunda, não poderemos ser julgados por isso. Porém, dentro deste contexto já nos aparece a primeira contradição para quem defende tal teoria. 

Claramente, neste caso, comida e bebida são associadas as festividades separadas de Yhwh, que inclusive são citadas no texto, a saber, os shabats e lua nova. 

Outra indagação importante é: quem os julgaria? Ora, se os colossenses eram gentios, os gentios os julgariam por ter comportamento semelhante ao deles ou por ter um comportamento diferenciado? 

Certamente, se o julgamento viesse por parte dos gentios, eles só seriam julgados por se abster do trabalho no shabat e celebrar a festividade de lua nova. 

Pois bem, aparentemente, este julgamento não vinha de gentios, mas de judeus, mensageiros judeus que andavam entre os gentios para fazer proselitismo. Estes judeus ensinavam que quem quisesse guardar o shabat, celebrar a lua nova, deveria cumprir toda lei, e isto não se resumia apenas a Torah, mas também a toda a lei oral, criada pelos homens, que muitas vezes e neste caso principalmente, contrariava a Lei de Deus. 

Os rabinos ensinavam e os judeus ainda ensinam até os dias que somente quem se circuncidar pode praticar a lei de Deus e era por zelar pela lei de Yhwh e contrariar a lei religiosa rabínica que Paulo escreveu este texto. 

Pois ao contrário do equívoco de muitos, ele não autoriza aos fiéis a Yeshua a ignorarem os shabats, a lua nova e as orientações dietéticas, pelo contrário, ele defendia que ninguém poderia ser julgado por guardar os mandamentos de Deus, ignorando os mandamentos dos homens. 

Assim, ele orientava a ignorar a ordem rabínica de não tocar ou comer as coisas separadas para o povo de Deus, pois a maldição reservada aos gentios acaba quando um gentil aceita o sacrifício de Yeshua. 

Pois bem, se aceitamos essa reconciliação, continuaremos a nos manter rebeldes aos seus mandamentos, ou começaremos a praticar os mandamentos de Deus para o seu povo? 


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O artigo “I História da Humanidade: A Origem da Vida na Terra” apresenta um relato mosaico-cristão inspirado nas Escrituras Sagradas,...

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Site com estudos e conteúdos direcionados àqueles que acreditam que as Escrituras Sagradas tem um único autor,   יהוה , o qual com seu ruach (Espírito/vento) influenciou e escolheu alguns homens para que a humanidade soubesse o que lhe agrada e o que lhe entristece. 

O nome mosaico-cristãos, tem origem na tradição dos gentios de chamar aquele que foi Ungido como Cordeiro de Deus, de Cristo e seus seguidores de cristãos e renomear Moshe, como Moisés, compreendendo desta forma que Moshe e Yeshua eram servos fiéis de um mesmo Deus e Senhor,     יהוה .

Desta forma, os mosaico-cristãos, creem na eleição de Israel como povo de Deus, entendem que Yeshua jamais criou uma Igreja, antes, ensinou que as pessoas deveriam se congregar para juntos buscarem retornar as origens e conhecer a vontade do Pai, podendo ser chamados de judeus, judeus-messianicos, cristãos, nazarenos, ou qualquer nome que represente este desejo e princípio.

Assim, os mosaico-cristãos são aqueles que creem que Deus estabeleceu incontáveis concertos com muitos na Terra e muitos destes concertos e alianças são eternas, e o mesmo Criador pode hoje, estabelecer novos concertos com aqueles que aceitam sua busca, o temem e se esforçam por guardar seus mandamentos, sejam estes chamados de Torah, decálogo, ou Lei.

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