Após os dois primeiros artigos da série, Relatório da Humanidade: I: A Origem da Vida na Terra e II: A Perversidade dos seres da Terra, o terceiro episódio desta série traz uma esperança que muito pode nos motivar, a vida eterna!
Se no primeiro episódio a dicotomia consistia entre a fidelidade de Yeshua, o primeiro a ser criado em contraste com a infidelidade das outras criaturas que buscaram poder: Helel Ben Sahar, Adam, Chawa e a Serpente, e o segundo episódio explorou o caminho natural da humanidade para a perdição em contraste com a infinita misericórdia de Deus que escolheu Queynã e Lamech para destoarem do comportamento da maioria dos seres da Terra em seu tempo, o primeiro, sendo o primeiro, exaltado e se tornando o primeiro grande rei de muitos povos entre nossos ancestrais, e o segundo, conseguindo a redenção mesmo após ter assassinado seu próprio filho, o terceiro episódio destoará um pouco desta sequência e nele, veremos algo diferente.
Em “O HOMEM QUE NÃO QUERIA MORRER” conheceremos um homem apaixonado pela vida.
Entre nossos pais, talvez ele tenha sido um dos maiores, a ponto de se voltar inteiramente para Deus quando foi abençoado com seu primeiro filho, e se afastar de todo mal quando viu a morte de nosso primeiro pai.
Chanok, o nosso personagem principal é mostrado neste episódio como um homem sedento pela vida, alguém que nunca aceitou a morte como natural, um exemplo que talvez devêssemos seguir e que, foi exaltado ainda mais do que Queynã, se tornando sem dúvida, o maior e mais importante de todos os homens que viveram antes do dilúvio.
Espero que neste artigo possamos refletir sobre a morte e não mais a aceitar como uma passagem, mas que possamos vê-la como a consequência natural de nossa maldade, que só pode ser evitada com um remédio, a busca inteira e completa por Yhwh, o único e verdadeiro Deus, Eloheinu, o nosso Elohim.